quarta-feira, 16 de abril de 2008

A crise da República Velha no Brasil II (8ª série)

O Tenentismo

→ conjunto de revoltas que marcaram os anos 20
→ participação: jovem oficialidade das camadas médias urbanas
→ programa político vago – questionavam as estruturas econômicas, concepção salvacionista, culpavam os civis por todos os males, os tenentes representavam a pureza e defendiam o voto secreto.
→ queriam uma modernização das estruturas políticas arcaicas – assentadas no latifúndio, voto de cabresto, eleições fraudulentas.

Semana de Arte Moderna

→ Em 1922 em São Paulo
→ intelectuais pregavam a urgência das necessidades de assumirmos o Brasil e a brasilidade, rompendo com os ideais estéticos e lingüísticos europeus.

As revoltas tenentistas
→ Os Dezoito do Forte (1922) – jovens oficiais do Forte de Copacabana se rebelaram para impedir a posse de Artur Bernardes

→ A Coluna Paulista (1924) – Isidoro Dias Lopes e Juarez e Joaquim Távora – tentaram dominar a capital paulista para articular revoltas militares pelo país. Durante 1 mês São Paulo virou um verdadeiro campo de batalha.
Derrotados os tenentes se dirigiram para o sul.

→ A Coluna Prestes (1924) – tendo em sua liderança o capitão Luiz Carlos Prestes, vai procurar levantar a população contra o mando das oligarquias decadentes. Percorreram o interior do país – cerca de 24 mil km durante 2 anos. Chegaram a possuir 1500 homens em suas fileiras enfrentando tropas estaduais, federais e jagunços a mando dos fazendeiros.



→ Em 1926 a Coluna dispersou-se fora do país (Argentina e Bolívia).


→ Prestes aderiu ao Partido Comunista, tornando-se seu maior líder até a morte.