quarta-feira, 23 de abril de 2008
Caminhos da Independëncia (7ª série)
Portugal estava passando por um período de crises devido a situação em que se encontrava.
Em 1820, a insatisfação gerada por essa crise fez com que explodisse um movimento inspirado nas idéias iluministas.
A Revolução do Porto queria:
→ Monarquia constitucional;
→ Liberdade política;
→ Livre comércio;
→ Retorno de D. João VI à Portugal;
→ Recolonização do Brasil.
Em 1821 D. João retorna a Lisboa e deixa no Brasil seu filho D. Pedro como príncipe regente.
Tentativa de recolonização
Logo que D. João VI retornou a Portugal, as Cortes portuguesas passaram a exigir o imediato retorno do príncipe e a recolonização do Brasil.
Duas correntes partidárias surgiram nesse momento no Brasil:
Partido Português: formado por comerciantes portugueses e guarnições militares que declararam fidelidade à metrópole.
Partido Brasileiro: latifundiários que defendia a liberdade econômica e autonomia administrativa.
Posteriormente surgiu um terceiro grupo: os liberais radicais → representavam as camadas médias urbanas e alguns representantes da elite nordestina.
Independência
Diante das pressões, em janeiro de 1822, não cedendo às Cortes portuguesas, D. Pedro resolveu ficar no Brasil. Esse dia ficou conhecido como “Dia do Fico”.
Posteriormente, D. Pedro decretou o “Cumpra-se”, isto é, nenhuma lei ou decreto de Portugal teria validade sem a sua anuência.
Em junho convocou Assembléia Constituinte para elaborar uma Constituição para o Brasil e dia 07 de setembro de 1822 proclamou a independência do Brasil.
Contudo, essa independência não alterou significativamente as condições existentes no Brasil. O Brasil continuou a ser dependente economicamente da Inglaterra.
Quem mais se beneficiou dessa independência foram as elites latifundiárias.
quarta-feira, 16 de abril de 2008
A crise da República Velha no Brasil II (8ª série)
→ conjunto de revoltas que marcaram os anos 20
→ participação: jovem oficialidade das camadas médias urbanas
→ programa político vago – questionavam as estruturas econômicas, concepção salvacionista, culpavam os civis por todos os males, os tenentes representavam a pureza e defendiam o voto secreto.
→ queriam uma modernização das estruturas políticas arcaicas – assentadas no latifúndio, voto de cabresto, eleições fraudulentas.
Semana de Arte Moderna
→ Em 1922 em São Paulo
→ intelectuais pregavam a urgência das necessidades de assumirmos o Brasil e a brasilidade, rompendo com os ideais estéticos e lingüísticos europeus.
As revoltas tenentistas
→ Os Dezoito do Forte (1922) – jovens oficiais do Forte de Copacabana se rebelaram para impedir a posse de Artur Bernardes
→ A Coluna Paulista (1924) – Isidoro Dias Lopes e Juarez e Joaquim Távora – tentaram dominar a capital paulista para articular revoltas militares pelo país. Durante 1 mês São Paulo virou um verdadeiro campo de batalha.
Derrotados os tenentes se dirigiram para o sul.
→ A Coluna Prestes (1924) – tendo em sua liderança o capitão Luiz Carlos Prestes, vai procurar levantar a população contra o mando das oligarquias decadentes. Percorreram o interior do país – cerca de 24 mil km durante 2 anos. Chegaram a possuir 1500 homens em suas fileiras enfrentando tropas estaduais, federais e jagunços a mando dos fazendeiros.
→ Em 1926 a Coluna dispersou-se fora do país (Argentina e Bolívia).
→ Prestes aderiu ao Partido Comunista, tornando-se seu maior líder até a morte.
terça-feira, 15 de abril de 2008
A Crise da República Velha no Brasil (8ª série)
Movimentos Operários
Antecedentes
→ origem - período imperial - Ligas Operárias, Corporações e Caixas Beneficentes - com contribuição de estrangeiros como: italianos, portugueses, espanhóis e alemães.
→ Imigrantes - abandonam as fazendas e vão para as cidades para trabalhar nas fábricas
→ A indústria, por sua vez, nasceu à sombra do café
Socialistas X anarquistas
→ Condições de trabalho eram miseráveis
. salário baixo e custo de vida alto
. mulheres e crianças tinham que trabalhar para ajudar na manutenção da casa, contudo o salário era mais baixo ainda
. Jornada de trabalho – de 09 a 16 horas por dia – 6 dias por semana
. não tinham direito a férias, indenização no caso de acidentes.
→ Aos poucos o movimento operário passou a ter uma organização mais consistente, graças às idéias socialistas e anarquistas. (idéias trazidas pelos imigrantes italianos principalmente)
→ Socialistas - defendiam a propriedade social dos meios de produção – uma sociedade sem lutas de classes – comunismo.
→ Anarquistas - pregavam a autogestão e fim do Estado.
→ 1906 – I Congresso Operário Brasileiro – Rio de Janeiro – tendência anarquista – queriam a organização dos trabalhadores em sindicatos (anarcossindicalistas)
→ Circulação de jornais defendendo a classe trabalhado era constante – principalmente escritos em Italianos – cresce a xenofobia por parte da elite brasileira.
→ A principal arma dos trabalhadores para conquistarem seus direitos foi a greve.
→A Elite por sua vez contava com o apoio do governo que colocou a polícia nas ruas e promulgou a Lei Adolfo Gordo (1907) – expulsão do país de líderes sindicais estrangeiros e deportação dos grevistas nacionais para o Acre.
Ano Vermelho
→ 1917 – Ano Vermelho – elevação do custo de vida (pós Primeira Guerra) – inspirados na Revolução Russa – promovem uma das maiores greves já ocorridas até então. Inicia-se no Bairro da Mooca, São Paulo e se expande pelo interior do Estado.
A década de 1920
→ II Congresso Operário Brasileiro – Rio de Janeiro – dividido entre anarcossindicalistas e socialitas que haviam se fortalecido.
→ 1922 – fundação do Partido Comunista Brasileiro – logo foi extinto pelo governo federal
→ Os Socialistas defendiam a jornada de oito horas, salário mínimo, contratos coletivos, proibição do trabalho aos menores de 14 anos e centralização da organização operária num sistema burocrático hierarquizado.
→ Alguns nacionalistas se inspiraram na ascensão de Mussolini na Itália e passaram a almejar os mesmos moldes para o Brasil.
→ 1929 – Crise do Capitalismo – Cai o governo oligárquico.
→ Os trabalhadores vão depositar esperanças em Getúlio Vargas (pai dos pobres)
Sobre o Nazismo - (8ª série - extras)
Vou passar aqui um material extra para vocês sobre o Nazismo retirado do livro do Prof. João Fábio Bertonha (BERTONHA, João Fábio. Fascismo, nazismo, integralismo. Col. História em movimento. Ed. Ática. São Paulo: 2002.)
"O nazismo não era um movimento completamente novo, mas foi o resultado da fusão e reelaboração de idéias e sentimentos há longo tempo presentes na sociedade alemã."
domingo, 13 de abril de 2008
Nazismo na Alemanha (8ª série)
Antecedentes
Ao término da Primeira Guerra Mundial, a Alemanha estava derrotada e considerada culpada pela guerra.
Os alemães foram obrigados a aceitar as condições humilhantes impostas pelos vencedores através do tratado de Versalhes. Tais condições, provocaram um clima de insatisfação e revolta entre o povo.
A Alemanha mergulhou em uma imensa crise que levou o Kaiser Guilherme II a abdicar, dando início à República de Weimar. (É o fim do II Reich)
Diante da crise, Adolf Hitler, líder do Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães, tentou dar um golpe de Estado - Putsch de Munique - mas fracassou e foi preso. Na prisão Hitler ocupou seu tempo para escrever sua obra - Mein Kampf / Minha Luta - que se tornaria a "Bíblia" do Nazismo.
Os Princípios do Nazismo:
- Totalitarismo: o liberalismo, o individualismo, a democracia e o comunismo enfraquecem a nação e geram o caos. Somente o Estado é capaz de impor e manter a ordem.
- Anticomunismo: culpam os comunistas pela subversão da ordem e da paz.
- Nacionalismo: orgulho do passo - procurar reerguê-lo.
- Militarismo: a guerra é a fonte de inspiração dos bravos.
- Anti-semitismo: sentimento de ódio aos Judeus
- Arianismo: somente a raça ariana é superior e deve governar o mundo.
- Espaço vital: a Alemanha necessita de territórios para se desenvolver.
Em 1925, o presidente eleito Hindenburg começou a colocar freios nas radicalizações políticas e o Partido Nazista perdeu eleitores. Contudo, em 1929 com a crise do mundo capitalista a Alemanha novamente se viu diante de complicações. Agitações e radicalizações políticas voltaram às ruas e o Partido Nazista, com os inflamados discursos de Hitler, ganhou apoio da burguesia e dos profissionais liberais. Os Nazistas passaram a promover gigantescas demonstrações de força com desfiles da SA e da SS criticando os liberais-democratas, os comunistas e os judeus.
SA = Tropas de Assalto - foi a milícia paramilitar nazista durante o período em que o Nacional Socialismo exercia o poder na Alemanha. Também conhecidos como camisas-pardas.
SS = foi uma organização paramilitar ligada ao Partido Nazista alemão. Era considerada uma unidade de elite. Também conhecidos como camisas-negras.
Em 1933, Hindenburgo, sob pressão, nomeou Hitler chanceler (primeiro-ministro). Assim que assumiu o poder iniciou a escalada para o totalitarismo.
Medidas e ações:
- dissolveu o Parlamento
- convocou novas eleições sob "fiscalização das SA e SS"
- ateou fogo ao prédio do Parlamento e colocou a culpa nos comunistas (assim pode perseguir e aniquilar seus opositores)
- Eliminou a oposição dentro do Nazismo (assassinatos em massa das SA pela tropas das SS - Noite dos Longos Punhais - 30/06/1934)
Em 1934, com a morte do presidente, assumiu o controle da Alemanha e se declarou o Führer, o chefe. Transferiu a capital de Weimar para Berlim, pôs fim a república e fundou o III Reich.
O III Reich
Decretou as Leis de Nuremberg - legislação anti-semita - responsabilizava os judeus pelas crises econômicas, sociais (raça-inferior)
Economia: recuperou o país, combatendo o desemprego através de obras pública e incentivo a industria (principalmente a de armas)
Passou a controlar a opinião pública pela censura e utilizou-se intensamente da propaganda em favor do regime.
Utilizou-se da violência da Gestapo - polícia secreta.
A partir de 1938 inicia a expansão alemã, anexando a Áustria. A Segunda Guerra mundia já está preparada.
quinta-feira, 10 de abril de 2008
Os Regimes Totalitários (8ª série)
Movimentos totalitários de direita - nazi-fascismo
Movimentos totalitários de esquerda - stalinismo
Os regimes totalitários foi uma resposta para as crises internas sofridas pelos países europeus e o avanço das idéias socialistas da vizinha URSS.
Fascismo na Italia
Origem
Ao final da 1ªGM a Itália, apesar de estar no grupo dos vencedores, estava descontente.
Algumas medidas da Conferência de Paris não agradaram os Italianos. Os Custos financeiros da Guerra também não foram recuperados.
Prejuízos Italianos: Humanos, Agricultura, Colapso no abastecimento, falência de Indústrias, desemprego e inflação.
No meio de toda essa crise surge Benito Mussolini que irá fundar o "Fascio de Combatimento" que se tornará posteriormente o embrião do Partido Fascista.
Benito Mussolini era "professor primeiro e jornalista, foi também militante socialista, sendo por isso obrigado ao exílio e à vida probre. Em 1915, a virada: abandona os ideais socialistas e passa a defender a entrada da Itália na Primeira Guerra Mundial. Quando ela se dá, alista-se no Exército, lutando na frente de batalha austro-italiaana. Na vota para casa, passa a combater o socialismo e, em 1919, acontece o grande momento de sua vida: funda os fasci italiani di combattimento, estruturas iniciais do fascismo, que procuram pôr em ação as idéias do novo movimento." (BERTONHA, João Fábio. Fascismo, Nazismo, Integralismo. História em Movimento. São Paulo: Ática, 2002, p. 13)
Mais tarde formou-se as milícias armadas conhecidas como camisas-negras que perseguiam e combatiam socialistas e comunistas com violência.
Pouco a pouco, o partido Fascista foi ganhando adesão de discidentes de outros partidos, da clásse média e da burguesia assustados pelas idéias socialistas.
Em outrubro de 1922, sob ameaça da greve geral, realizaram a Marcha sobre Roma, exigindo providências contra o socialismo. "Partindo de várias regiões da itália, milhares de milicianos fascistas (camisas-negras) invadiram a capital, ocupando predios públicos e estações ferroviárias. O Exército poderia tê-los dispersado com facilidade, mas o rei Vittorio Emanuele II (Vitor Emanuel III) recusou-se a devretar o estado de sítio. Ao Contrário, convidou Mussolinia integrar o governo." (BERTONHA, op cit. p. 14)
Ao Assumir o poder Mussoline tomou as seguintes medidas:
- eliminar as oposições (através de prisões, fraudes eleitorais, fechamento de jornais)
- exigiu maiores poderes (foi aprovado pelo parlamento)
Em 1925/26 uma série de leis promulgadas pelo Estado fortaleceu o poder de Mussolini, tornou o Fascismo partido único da Itália, acabou com o direito de greve e liquidou a liberdade de imprensa. Consolidou-se assim o totalitarismo na Itália.
Em 1929 assinou o Tratado de Latrão com a Igreja = criação do Estado do Vaticano e pôs fim a Questão Romana. Em troca recebeu as bençãos da Igreja.
Em 1936 assinou um acordo com a Alemanha de Hitler originando o eixou Roma-Berlim.
Obs.: Em breve publico sobre o Nazismo.
Caminhos da Independência (aos Alunos da 7ª série)
- Abertura dos portos às nações amigas
- Criação da Casa da Moeda
- Criação do Banco do Brasil
- Revogação do Alvará de 1785 que proibia a instalação de manufaturas na Colônia.
Tratado de 1810
Comércio de Navegação - estabelecia tarifas alfandegárias privilegiadas para as mercadorias inglesas (15%), enquanto demais países (24%)
Aliança e Amizade - extinção do tráfico negreiro aos poucos (não foi cumprido até 1850)
A vida cultural na Colônia
Foi estimulada com a criação de escolas, fundação de escola de Medicina, academias militares, biblioteca Real, Jardim Botânico, Imprensa Régia, entre outros.
Política externa de D. João
- Anexação da Guiana Francesa (1809) - em represália a invasão francesa
- Anexação do Uruguai (1821) - anexou com o nome de Província Cisplatina - sonho de acesso e controle sobre o sul do Brasil e garantiu livre-acesso às regiões de Mato Grosso.
Brasil: Reino Unido
Em 1815, o Brasil foi elevado a condição de Reino Unido a Portugal e Algarves. Essa medida foi necessária para que D. João, mesmo estando fora de Portugal pudesse participar do Congresso de Viena para decidir os rumos da Europa após a derrota de Napoleão.
Com essa medida, o Brasil definitivamente deixou de ser uma Colônia.
Reação à política de D. João VI
Apesar de várias modificações, algumas situações permaneceram no Brasil criando uma insatisfação da população. Diante disso surgiu no nordeste um movimento contrários à monopolização dos comerciantes portugueses e a exploração dos senhores rurais, decadentes na época em vista da queda do preço internacional do açúcar. Soma-se a essa questão, um aumento excessivo dos impostos para manutenção da corte no Rio de Janeiro.
Assim em 1817 aconteceu a Revolução Pernambucana. Ela teve influências das idéias Iluministas e da maçonaria.
Participaram dessa Revolução os mais variados segmentos da sociedade: grandes proprietários, comerciantes, militares, artesãos, religiosos, etc.
O movimento se expandiu para a Paraíba, Alagoas e Rio Grande do Norte, conseguindo inclusive tomar o governo de Recife.
Os principais líderes foram enforcados.
O Estado Moderno (6ª série)
Características:
- Centralização política nas mãos do Rei
- Unificação política
- Aliança entre Rei e Burguesia
A Europa estava dividida em vários feudos, o que gerava inúmeros obstáculos para as pretensões da burguesia.
A solução para o problema foi: a aliança entre a burguesia e o rei. A burguesia financiaria um exército para o Rei para que ele pudesse resolver as crises pelas quais os feudos passavam naquele momento – em troca teria um sistema unificado de pesos e medidas e uma moeda única.
Com o poder político centralizado e o apoio da Religião o Rei institui o “Absolutismo Monárquico”.
Principais Filósofos que defendem esse absolutismo:
- Nicolau Maquiavel = propõe um governo forte sem influencia da Igreja e utilizando-se de todos os meios lícitos ou ilícitos para conserva esse poder.
- Jean Bodin e Jacques Bossuet = sáo teóricos da “Teoria do Direito Divino”, isto é, a autoridade real é expressão da vontade divina.
- Thomas Hobbes = afirmava que o “homem é o lobo do próprio homem” – o poder absoluto do rei é a única forma de promover a paz entre os homens.
O Absolutismo na França
O principal fator que levou à centralização do poder na França foi a Guerra do 100 anos.
Na primeira fase dessa guerra, a vitória dos ingleses gerou o conseqüente enfraquecimento dos nobres feudais franceses.
Porém, na segunda fase, os “ventos mudaram”, surgiu Joana D’arc – personagem importantíssima - que levou a França a vitória e conseqüente centralização do poder monárquico.
Joana D’arc, porém, foi aprisionada, entregue aos ingleses e condenada à fogueira.
A partir de 1453, houve um fortalecimento do poder real graças ao desempenho de alguns ministros como os cardeais Richelieu e Mazarino.
O Apogeu do absolutismo na frança aconteceu no governo de Luís XIV, considerado o rei-sol que afirmou: O Estado sou eu!
O Absolutismo na Inglaterra
A Guerra dos 100 anos também gerou o enfraquecimento da nobreza na Inglaterra. Em meio a essa crise surgem dois grupos disputando o trono inglês:
- Lancaster – apoiados pela nobreza
- York – apoiados pela burguesia.
O confronto entre esses dois grupos ficou conhecido como Guerra das Duas Rosas (1455 – 1585).
O final da guerra aconteceu com a ascensão ao poder de Henrique Tudor, um lancaster casado com uma York, com o Título de Henrique VII.
Henrique VII recebeu grande apoio da burguesia e por isso intensificou as atividades comerciais, marítimas e manufatureiras.
O Sucessor do Trono foi Henrique VIII, que concentrou maiores poderes em sua mão – além do poder político, concentrou o poder religioso criando a Igreja Anglicana através da assinatura do Ato de Supremacia.
O apogeu do absolutismo deu-se com Elizabeth I. Ela derrotou a Invencível Armada da Espanha e deu início a colonização da América do Norte.
Política econômica do estado Absolutista
A política econômica adota pelos estados absolutista foi o Mercantilismo.
Suas principais características são:
Balança comercial favorável -> exportar mais, importar menos.
Metalismo -> riqueza medida pelo acúmulo de metais preciosos
Sistema Colonial -> os países deveriam ter colônias para complementar sua economia.
Intervencionismo estatal -> intervenção do Estado sobre a economia.
Protecionismo alfandegário -> proteger a indústria nacional.
Com o tempo, o Estado Absolutista e o Mercantilismo passaram a sufocar a Burguesia que vai começar a exigir mais liberdade de comércio, livre-cambismo e fim dos monopólios, que desembocará nas Revoluções Industrial e Revolução Francesa.

