segunda-feira, 26 de maio de 2008

Correção de exercícios (8série)

Olá pessoal!

 

Aqui estão as correções de exercícios que não deram tempo de corrigirmos em sala. Confiram!!!

 

www.cursodrummond.com.br/professor/ematos/criserepublica.pdf

www.cursodrummond.com.br/professor/ematos/governovargas.pdf

quarta-feira, 21 de maio de 2008

Outras Potências disputam o Atlântico (6 série)

Aqui está um link para vcs lerem sobre as invasões estrangeiras que o Brasil sofreu. Procurem ler também o link França Antártica e Fundadação da cidade do Rio de Janeiro que vcs vão encontrar dentro do primeiro link.

Abraços

http://educacao.uol.com.br/historia-brasil/ult1702u49.jhtm

terça-feira, 20 de maio de 2008

Projeto: Brasil de Muitos Sabores (7ª série)

Olá galera das 7ª séries do Drummond, aqui vai alguns textos e  links para vcs pesquisarem sobre o nosso projeto. Utilizem com inteligência!

 

Alimentação no Brasil colônia

Os portugueses que vieram para o Brasil tiveram que alterar seus hábitos alimentares. O trigo, por exemplo, foi substituído pela farinha de mandioca, o mais importante alimento da colônia. A mandioca, de origem indígena, foi adotada no Brasil por africanos e portugueses, sendo usada para fazer bolos, sopas, beijus ou simplesmente para se comer misturada ao açúcar. Além da farinha, no engenho também se consumiam: carne-seca, milho, rapadura, arroz, feijão e condimentos como pimenta e azeite de dendê. As verduras, as frutas, a manteiga e os queijos eram raros e só entravam na alimentação dos ricos. Mas não faltavam doce, que eram consumidos em grande quantidade, tanto no campo como nas cidades.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Brasil_col%C3%B4nia#Alimenta.C3.A7.C3.A3o_no_Brasil_col.C3.B4nia

 

OS HÁBITOS DOS BRASILEIROS MODIFICARAM-SE

É sabido que os hábitos de viver dos brasileiros sofreram im-portantes mudanças devido às mudanças no comportamento promovidas pela influência dos portugueses e seu "estilo euro-peu" de viver. Os hábitos se tornaram mais cosmopolitas e refletiram-se nas roupas, à mesa, na higiene, no saneamento, na forma de convivência entre as pessoas e até mesmo na decoração das casas. Os hábitos alimentares também sofre-ram grande influência da côrte portuguesa no Rio de Janeiro.

Começaram a aparecer as guloseimas européias e o cardápio começou a sofrer transformações. Por isso, podemos dizer que hoje a gastronomia brasileira é uma das mais ricas do mundo, porque, além de utilizar a imensa variedade de alimentos dis-poníveis no Brasil, muitas plantas ainda foram importadas da Europa e de outras regiões do mundo e se adaptaram perfeita-mente às condições climáticas da continental nação que se criava. O Brasil, assim, se tornou um dos países mais ricos do mundo em termos de diversidade gastronômica.

http://www.gazetadascidades.com.br/especial/familiareal.htm

 

Outros links para pesquisa:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Culin%C3%A1ria_do_Brasil

http://www.jangadabrasil.com.br/dezembro40/cp40120c.htm

 

- Assim que conseguir mais alguma coisa, posto para vcs.

quarta-feira, 23 de abril de 2008

Caminhos da Independëncia (7ª série)

A Revolução Liberal do Porto

Portugal estava passando por um período de crises devido a situação em que se encontrava.

Em 1820, a insatisfação gerada por essa crise fez com que explodisse um movimento inspirado nas idéias iluministas.

A Revolução do Porto queria:

→ Monarquia constitucional;
→ Liberdade política;
→ Livre comércio;
→ Retorno de D. João VI à Portugal;
→ Recolonização do Brasil.

Em 1821 D. João retorna a Lisboa e deixa no Brasil seu filho D. Pedro como príncipe regente.

Tentativa de recolonização

Logo que D. João VI retornou a Portugal, as Cortes portuguesas passaram a exigir o imediato retorno do príncipe e a recolonização do Brasil.

Duas correntes partidárias surgiram nesse momento no Brasil:
Partido Português: formado por comerciantes portugueses e guarnições militares que declararam fidelidade à metrópole.
Partido Brasileiro: latifundiários que defendia a liberdade econômica e autonomia administrativa.

Posteriormente surgiu um terceiro grupo: os liberais radicais → representavam as camadas médias urbanas e alguns representantes da elite nordestina.

Independência

Diante das pressões, em janeiro de 1822, não cedendo às Cortes portuguesas, D. Pedro resolveu ficar no Brasil. Esse dia ficou conhecido como “Dia do Fico”.

Posteriormente, D. Pedro decretou o “Cumpra-se”, isto é, nenhuma lei ou decreto de Portugal teria validade sem a sua anuência.

Em junho convocou Assembléia Constituinte para elaborar uma Constituição para o Brasil e dia 07 de setembro de 1822 proclamou a independência do Brasil.

Contudo, essa independência não alterou significativamente as condições existentes no Brasil. O Brasil continuou a ser dependente economicamente da Inglaterra.

Quem mais se beneficiou dessa independência foram as elites latifundiárias.

quarta-feira, 16 de abril de 2008

A crise da República Velha no Brasil II (8ª série)

O Tenentismo

→ conjunto de revoltas que marcaram os anos 20
→ participação: jovem oficialidade das camadas médias urbanas
→ programa político vago – questionavam as estruturas econômicas, concepção salvacionista, culpavam os civis por todos os males, os tenentes representavam a pureza e defendiam o voto secreto.
→ queriam uma modernização das estruturas políticas arcaicas – assentadas no latifúndio, voto de cabresto, eleições fraudulentas.

Semana de Arte Moderna

→ Em 1922 em São Paulo
→ intelectuais pregavam a urgência das necessidades de assumirmos o Brasil e a brasilidade, rompendo com os ideais estéticos e lingüísticos europeus.

As revoltas tenentistas
→ Os Dezoito do Forte (1922) – jovens oficiais do Forte de Copacabana se rebelaram para impedir a posse de Artur Bernardes

→ A Coluna Paulista (1924) – Isidoro Dias Lopes e Juarez e Joaquim Távora – tentaram dominar a capital paulista para articular revoltas militares pelo país. Durante 1 mês São Paulo virou um verdadeiro campo de batalha.
Derrotados os tenentes se dirigiram para o sul.

→ A Coluna Prestes (1924) – tendo em sua liderança o capitão Luiz Carlos Prestes, vai procurar levantar a população contra o mando das oligarquias decadentes. Percorreram o interior do país – cerca de 24 mil km durante 2 anos. Chegaram a possuir 1500 homens em suas fileiras enfrentando tropas estaduais, federais e jagunços a mando dos fazendeiros.



→ Em 1926 a Coluna dispersou-se fora do país (Argentina e Bolívia).


→ Prestes aderiu ao Partido Comunista, tornando-se seu maior líder até a morte.

terça-feira, 15 de abril de 2008

A Crise da República Velha no Brasil (8ª série)

Movimentos Operários

Antecedentes

→ origem - período imperial - Ligas Operárias, Corporações e Caixas Beneficentes - com contribuição de estrangeiros como: italianos, portugueses, espanhóis e alemães.
→ Imigrantes - abandonam as fazendas e vão para as cidades para trabalhar nas fábricas
→ A indústria, por sua vez, nasceu à sombra do café

Socialistas X anarquistas

→ Condições de trabalho eram miseráveis
. salário baixo e custo de vida alto
. mulheres e crianças tinham que trabalhar para ajudar na manutenção da casa, contudo o salário era mais
baixo ainda
. Jornada de trabalho – de 09 a 16 horas por dia – 6 dias por semana
. não tinham direito a férias, indenização no caso de acidentes.
→ Aos poucos o movimento operário passou a ter uma organização mais consistente, graças às idéias socialistas e anarquistas. (idéias trazidas pelos imigrantes italianos principalmente)
→ Socialistas - defendiam a propriedade social dos meios de produção – uma sociedade sem lutas de classes – comunismo.
→ Anarquistas - pregavam a autogestão e fim do Estado.
→ 1906 – I Congresso Operário Brasileiro – Rio de Janeiro – tendência anarquista – queriam a organização dos trabalhadores em sindicatos (anarcossindicalistas)
→ Circulação de jornais defendendo a classe trabalhado era constante – principalmente escritos em Italianos – cresce a xenofobia por parte da elite brasileira.
→ A principal arma dos trabalhadores para conquistarem seus direitos foi a greve.
→A Elite por sua vez contava com o apoio do governo que colocou a polícia nas ruas e promulgou a Lei Adolfo Gordo (1907) – expulsão do país de líderes sindicais estrangeiros e deportação dos grevistas nacionais para o Acre.


Ano Vermelho

→ 1917 – Ano Vermelho – elevação do custo de vida (pós Primeira Guerra) – inspirados na Revolução Russa – promovem uma das maiores greves já ocorridas até então. Inicia-se no Bairro da Mooca, São Paulo e se expande pelo interior do Estado.

A década de 1920

→ II Congresso Operário Brasileiro – Rio de Janeiro – dividido entre anarcossindicalistas e socialitas que haviam se fortalecido.
→ 1922 – fundação do Partido Comunista Brasileiro – logo foi extinto pelo governo federal
→ Os Socialistas defendiam a jornada de oito horas, salário mínimo, contratos coletivos, proibição do trabalho aos menores de 14 anos e centralização da organização operária num sistema burocrático hierarquizado.
→ Alguns nacionalistas se inspiraram na ascensão de Mussolini na Itália e passaram a almejar os mesmos moldes para o Brasil.
→ 1929 – Crise do Capitalismo – Cai o governo oligárquico.
→ Os trabalhadores vão depositar esperanças em Getúlio Vargas (pai dos pobres)